Eu queria ser jovem para sempre, mas...

 


            O tempo continua passando, não importa o quanto eu não deseje isso. Por isso, decidi que eu não posso viver apegada à Carol de ontem. Preciso conhecer e aprender com o meu eu de hoje.

Enquanto eu ficava preocupada por envelhecer, perdi o tempo que eu tinha para conhecer o meu novo eu. Então, ficar constantemente presa ao passado me fez me perder de mim mesma.

Quando insistimos tanto em algo do passado, caímos em um poço fundo e escuro, onde nos vemos vivenciado o pior da vida. Eu, incontáveis vezes, peguei-me em bloqueio emocional, que me atingia de forma terrível, pois não sentir nada é desesperador para quem gosta de sentir tudo. Foi o preço que paguei muitas vezes por me preocupar com algo do qual não tenho controle.

            A Carol de ontem era legal, mas a de hoje é ainda melhor. Eu aprendi a gostar do meu eu do presente. Não posso permanecer jovem para sempre, por isso, vou aceitar este fato e viver o meu tempo ao máximo do que me for permitido.

            No final, o mais importante não é o quão jovem somos, mas como aproveitamos o presente da vida e o tempo que temos aqui. Há muitos jovens morrendo por dentro, por não conseguirem desapegar do passado ou por esperarem algo que não está no nosso controle.

            Ame o seu eu de hoje. Viva a sua fase de agora. É o mais importante! Amanhã, você mudará de novo e vivenciará uma nova experiência.

“O impossível e uma palavra muito grande que gente pequena usa para tentar nos oprimir” (Pregador Lu)

Diary of Hime - Janeiro

 


          Este é um ano sobre o qual eu tenho grandes expectativas e, por essa razão, eu o comecei convicta de realizar, logo de começo, alguns projetos de cosplay, aproveitando a ajuda da minha amiga Ysa, que não mora aqui, mas sempre me ajuda quando está por perto. Com muita luta e correria, em uma semana dedicada a realizar esses projetos, eu consegui fazer nove cosplays. São muitos, né? Porém, ainda assim, deixei três que eu queria muito fazer, pois não deu tempo. Eu estava com o sentimento maravilhoso de realização! Só posso agradecer muito a Deus por me dar força e pessoas maravilhosas que me ajudam nesses projetos. Do contrário, eu não daria conta. Obrigada, Ysa e Andre, pela força e ajuda. O cansaço me golpeou de tal maneira que me fez sentir como se estivesse doente, mas eu estava feliz, muito feliz por ter começado o ano com tudo!

No entanto, por um milésimo de segundo, eu sinto que fui derrotada e perdi o chão abaixo dos meus pés. A decepção foi tão avassaladora que me fez sentir uma dor sufocante. A sensação era de que o mundo estava acabando. Eu sei, parece drama, mas não era. Não posso pôr em detalhes, pois é um assunto muito problemático para trazer à tona. Toda a esperança que eu tinha me foi arrancada violentamente, e isso doía muito. Eu fiquei preocupada com as pessoas envolvidas na situação, e a minha dor e a minha preocupação eram tão grandes que eu não conseguia dormir. Eu só conseguia chorar e sentir um desespero avassalador. Não era um choro silencioso, era um choro que qualquer um poderia ver quanta dor eu estava sentido. 

Em momentos como esse, você se apega ao único ser que você sabe que não vai lhe decepcionar. Eu peguei a minha           Bíblia, fui para o escritório e me sentei sobre o chão.  Enquanto chorava, ouvia hinos e orava a Deus. Então, começou a tocar um louvor chamado “Vai passar”, de Gerson Rufino. Isso me fez chorar ainda mais, mas foi certeiro e compatível com o que eu estava sentindo. A letra dizia mais ou menos assim: “Vai passar. Eu sei que essa luta logo vai passar. Está doendo, mas não vai querer parar. Não deixa a esperança em você morrer. Você precisa crer”. Eu orei, pedindo a Deus uma resposta. Eu precisava que Ele me consolasse e me acalmasse. Eu precisava, desesperadamente, que Ele falasse comigo. Então, quando abri a Bíblia, Ele me mostrou “Miqueias 2”, um livro que eu nem sabia que existia, mas estava contando, linha por linha, o que estava acontecendo e o que Ele faria a respeito. Talvez, apenas lendo esse capítulo, você entenda o acontecimento que me levou a sentir tudo o que escrevi até aqui. Como um sopro, Deus tirou toda a aflição e toda a dor que eu estava sentindo. Ele me lembrou que apenas perdemos uma batalha, mas não a guerra, e que, a partir de agora, Ele estará no controle de tudo.

            No outro dia, eu estava melhor, mas ainda preocupada. Senti necessidade de desabafar sobre o que pensava e sentia no meu Instagram pessoal, mas ainda sentia uma sensação de omissão tão grande, que não era o suficiente. Eu precisei falar em rede aberta quem eu era e como me sentia em relação aos últimos acontecimentos. Graças a Deus, ao meu esposo e ao meu novo eu, consegui levantar-me mais uma vez, apesar de todos os meus temores. A minha fé me leva a acreditar que esse país é do Senhor Jesus. É por isso que a chama de esperança ainda queima dentro do meu ser. “Alguns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós confiamos no poder do Senhor, nosso Deus” (Salmos 20:7). Aos poucos, em oração, esse sentimento de derrota foi passando, e, mais uma vez, senti-me pronta para encarar a vida, enquanto espero que o meu Senhor aja conforme o Seu tempo.



Enquanto isso, eu comecei organizar, finalmente, a minha vida. Inclusive a me organizar para a volta deste blog maravilhoso, no qual eu faço questão de deixar registradas algumas coisas que acontecem comigo. Logo, duas semanas se passaram e mais um projeto de cosplay em trio, com as minhas amigas Ysa e Gleize, foi concluído. Era um projeto de As Meninas Superpoderosas. Dessa vez, a fotógrafa foi a Patrícia Veríssimo, uma profissional e amiga maravilhosa, que arrasa em seus trabalhos. Com o final desse projeto, também veio a despedida da minha amiga Ysa, que, no dia seguinte, voltou para Florianópolis. Espero que, em breve, possamos nos divertir mais uma vez.

            Eu estive pensando sobre algo muito importante. Em outro momento, talvez eu detalhe mais sobre isso, mas eu quero que meus amigos fiquem cientes de uma coisa: cosplay é uma coisa que eu amo muito. Eu não gosto de sair, de passear e até mesmo de conversar, a não ser que seja sobre o meu hobby. Então, talvez você pense: “poxa, a Carol só me chama para fazer cosplay”, mas a realidade é que esse é o momento em que eu mais me divirto e me sinto feliz. Então, se você fez parte desse dia ou desse projeto, você está fazendo parte do que me deixa feliz. Portanto, não lhe chamo só para isso. Eu lhe chamo para participar de algo que é tudo para mim. E não, ninguém me disse nada, mas pode haver alguém que pense isso. Então, já quero esclarecer: cosplay me faz feliz de verdade.

Nesta semana, a minha rotina está bagunçada, porque eu ainda estou trabalhando com os meus pais e, infelizmente, ainda não tenho controle sobre o meu tempo. Isto é algo que eu quero mudar muito. A meta deste ano é me dedicar ao meu curso de moda e me profissionalizar na costura. Eu ainda não sei exatamente qual vai ser o caminho que trilharei na área, mas, com toda a certeza, essa é a hora de agarrar o que me faz realmente sentir que estou, finalmente, me encontrando na vida profissional.



            Estava finalmente tudo entrando nos trilhos, quando três bebês gatinhos entraram na minha vida. Sinceramente, eu estava em oração para que algo assim não acontecesse, pois é muito cansativo e estressante. Além disso, é muito difícil conseguir um lar seguro para eles, o que também me deixa estressada e preocupada. Cuidar de filhotes que ainda não se viram sozinhos é muito complicado. Eu tenho que alimentá-los de três em três horas e constantemente limpar tudo. Eles se apegaram a mim e não podem me ouvir que não param de tentar me escalar. Neste momento, estou com a perna toda arranhada. Parece que fui açoitada. Gatinhos filhotes são fofos e adoráveis. Eu os amo, mas, sinceramente, não posso dar o meu tempo para esse tipo de situação, pois essa pequena mudança na minha rotina desestabilizou tudo. Por favor, alguém responsável, que ame mesmo gatos, entre em contato comigo. Eles são fofos e maravilhosos, mas eu não posso ficar com eles, por questões de espaço e finanças, pois já tenho nove gatos.

Nestes últimos dias do mês, eu estava organizando algumas coisas no meu pc e no meu celular. Na minha mesa, achei um caderno em que, na pandemia, comecei um curso com uma psicóloga. Eu nem lembro o título do curso, mas era sobre autoajuda. Aquele ano foi tão turbulento, e não só por causa da pandemia, já que foram muitas situações. Eu comecei este curso que me ajudou a olhar as coisas de outros pontos de vista. Nesse caderno, eu respondia os exercícios que a psicóloga passava. Então, fui lendo tudo e me emocionei muito quando vi que tenho conquistado, um a um, todas as coisas que desejei, além das mudanças que eu esperava. Uma hora, quero falar sobre isso com mais calma. Analisando a situação, eu percebi a importância de escrever as coisas. Como é bom ler o que escrevi no passado e perceber que eu não permaneci no mesmo lugar, que eu conquistei as coisas que ansiava, e que ainda que tenha muitas coisas a fazer, eu estou lutando para conquistar ainda mais o que eu desejei naqueles dias turbulentos. Eu me sinto muito grata a Deus e a todas as diversidades que me induziram a amadurecer.

Janeiro foi um mês muito interessante. Eu passei por tantas coisas em um mês só e, apesar de que algumas batalhas tenham sido perdidas, eu ainda me sinto vitoriosa, pois eu conquistei muitas coisas mais. Com isso, termino o meu mês em paz, ainda mais convicta de fazer meus desejos acontecerem. Obrigada a todos que fizeram esse mês ser ainda melhor, especialmente ao meu esposo, que tem sido o meu maior parceiro do crime, e a Deus, que tem sido sempre o meu fiel amigo.

             

Versículo da semana:

 É melhor ter companhia
do que estar sozinho,
porque maior é
a recompensa do trabalho
de duas pessoas.

Se um cair,
o amigo pode ajudá-lo a levantar-se.
Mas pobre do homem que cai
e não tem quem o ajude a levantar-se!

 

Eclesiastes 4 -9:10

 

Palavras da semana: Determinada

Frase: “Voar é muito mais sobre ter coragem do que  sobre ter asas.”

Livros:  ~

Mangás:  Predatory Bride, Dangerous convenience store

Animes:  Sk8 the infinity, One Piece, Black clover, Spice of life

Doramas: Dever de rainha, Lição, Ola! Sou eu , Holo, meu amor , Seguidores

Filmes e seriados: Vikings

Musica: A casa É Sua – casa worship

“O impossível e uma palavra muito grande que gente pequena usa para tentar nos oprimir” (Pregador Lu)

Recomeço - Quem é vivo sempre aparece

 

Credito fotografa : Patrícia Verissimo 

Caso exista algo que nos dê esperança de que dias melhores virão, é a oportunidade de recomeço. Hoje, após quase 6 anos, estou aqui para um recomeço, iniciando um novo ciclo, com o novo eu. Nesses últimos anos, eu passei por coisas que nunca imaginei passar. Situações que, provavelmente, nunca contarei, por serem muito pessoais, mas, certamente, com o tempo, trarei o que eu aprendi diante das adversidades que a vida me trouxe.

            Eu fiquei um bom tempo pensando o que deveria trazer para esse canto, onde eu sempre compartilhei, com os meus leitores, pensamentos e sentimentos. Então, embora eu ainda não saiba exatamente o que seria interessante trazer, tenho certeza de uma coisa: quero ainda manter um diário, não semanal, não detalhado por dia, mas um resumo de como foi o meu mês e o que aprendi e senti durante esses dias que passam com tanta pressa, que mal consigo apreciá-los. Enfim, quero compartilhar pensamentos e experiências que adquiri nessa longa jornada da vida.

            Eu tenho muitas expectativas sobre este ano e sobre a minha própria vida. Eu quero manter uma vida mais organizada, na qual eu consigo apreciar cada coisinha. Às vezes, passo tempo demais em uma coisa só e esqueço das demais coisas que são muito importantes. Como a minha vida vai estar um pouco corrida, decidi que trarei apenas duas postagens por mês, mas tenho certeza de que isso será o suficiente. Além de que, pelo menos, não acumula muita informação para que vocês acabem nem vendo as minhas postagens, exatamente por ter muitas coisas.

            Ainda tenho mais um blog, no qual compartilho meu hobby. Caso vocês não conheçam, eu os convido a conhecer. Atualmente, sou cosplayer e louca por coisas fofas, animes, mangás e doramas. Sei que dorama está muito famoso, então, caso você tenha interesse por isso, vai lá que tem muitas dicas ótimas! (Outro blog, só clicarWatashi no Sekai). A minha conta do Instagram continua a mesma, mas hoje eu compartilho mais coisas sobre o meu hobby. Nos stories, compartilho coisas do dia a dia, então, espero vocês lá para trocar umas ideias.

Já que este é um novo ciclo, eu não poderia deixar de dar uma cara nova para o blog. Então em breve vou mudar Banner. A  ilustração do banner foi baseada em uma foto, feita por uma amiga que é fotógrafa inclusive mesmo ensaio da foto acima. A ilustração foi feita pela mesma artista da anterior, Bell. Clica no nome dela para ir para página e, se quiser, encomende uma ilustração. Vale muito a pena. Ela arrasa!

Por hoje, é isso. No começo de fevereiro, trago o meu primeiro diário mensal. Aguardo vocês aqui. 

Abraços!

“O impossível e uma palavra muito grande que gente pequena usa para tentar nos oprimir” (Pregador Lu)

Diary of Hime – 8 à 14 de janeiro de 2018

           

            Parece que todo o cansaço do fim do ano caiu sobre mim essa semana. Tudo que eu planejava fazer, não deu nada certo, pois não tenho forças e nem vontade de fazer qualquer coisa. O que quer dizer que meu cronograma teve um grande furo. Meu corpo dolorido e preguiçoso não quis acordar mais cedo nem um dia para fazer exercício. Minha casa ficou uma bagunça, já que eu não sentia vontade de organizar nada. Tudo que eu fazia todos os dias, ao chegar em casa, era comer, tomar banho e cair na minha cama. Porém, eu não conseguia dormir, pois a ansiedade de manter as coisas em dias não me deixava. Eu preciso de um dia desligada de tudo. Dormir até acordar seria pedir demais?
            Eu estava confiante de que eu não ia baixar minha guarda, não mais, porém, ainda é cedo demais. Apenas uma palavra foi suficiente para me derrubar. Eu, por alguma razão, fiquei por uns dias em completa tristeza, carência, irritação e medo. Às vezes, me vem esse desejo tolo de querer atenção das pessoas que gosto e não importa o quanto elas me dão, não é o suficiente. Eu preciso parar de depender disso. Enquanto eu depender desse tipo de sentimento, sinto que não conseguirei ser forte. Embora eu tenha segurado a onda, acabei me afogando em lágrimas. Isso me perturbou porque, depois de ter decidido não cair, eu cai.
            Então, me lembrei: dia 12 de janeiro é aquele dia que é automático a fragilidade tomar conta de mim de uma maneira irritante. Esse é o dia em que completa 12 anos em que eu renasci, depois de ter passado, despercebidamente, pela morte. Nunca esperamos que algo vá acontecer, mas acontece. Falei sobre esse tipo de coisa semana passada, né? Eu tive tal experiência. Já contei isso aqui. Acho que todo ano, em janeiro, falo dessa experiência da qual preferia não lembrar. No entanto, não é algo para se esquecer, mas sim lembrar e agradecer. Nesse dia, geralmente sinto uma necessidade louca de ser amada.


            Minha sogra chegou na quinta à noite. Eu já estava dormindo, mas fiquei realmente incomodada, porque minha casa estava revirada. De todas as semanas, por que justo nessa eu não quis fazer nada? Só que foi bom, pois ela acabou limpado e ainda tivemos direito à jantinha da sogra por 3 dias. Só a minha dieta que não agradece. Falando em dieta, emagreci 1,900 kg. Vamos dar o nosso melhor!
            As aulas começaram. Foi bom ver as minhas amigas, mas não consegui estudar. Minha cabeça está tão cheia de coisas, que realmente não consegui me concentrar. Falei tanto, tanto, que fiquei rouca. No meu dia-a-dia, quase não falo muito. Sinceramente, tenho preguiça. Desse jeito, sinto que minhas cordas vocais irão ficar fracas. Preciso dar um jeito nisso.    
            Essa semana, gastei além do que deveria. Alguém me pare, por favor. Comprei uma Sakura de pelúcia, coisa mais amorzinho do mundo. Comprei Sakura Tsubasa, mesmo já tendo, só que estava tão barata...Por final, comprei o Yui, que também é personagem da Sakura Cardcaptor. Ainda nem lançou, vai demorar um ano para poder tê-lo em minhas mãos, porém, não pude resistir. Era muita perfeição. Preciso me controlar urgentemente.
            A semana passou muito rápido. Já faz dias que meus olhos estão me matado. Ler mangá no celular está me matando. Também choveu muito, quase todos os dias. Eu, sinceramente, adoro clima chuvoso... sinto uma paz.        
            Eu tenho uma mania muito ruim, seria bom se eu parasse com isso: não gosto de sair de casa e quando marco algo, fico torcendo para a pessoa que marcou comigo cancelar ou fico arrumando desculpas para mim mesma para ficar em casa. Sinceramente, dessa vez é tenso, porque ando tão cansada, que tudo que desejo é a paz do meu próprio lar.
            Nesse domingo, eu tinha marcado de tirar fotos de um amigo de cosplay, porém, sinceramente, estou insegura e sem vontade. Me pergunto se conseguirei. No final, como minha sogra não foi embora no domingo, eu não pude sair e foi uma boa desculpa. Contudo, no próximo, não tenho escapatória. Alguém me dê um pouco de coragem, por favor. Fui ao shopping. Cheguei em casa e dormi, porém, acabou que eu não consegui dormir direito à noite. Acordei morta no dia seguinte, mas isso é assunto para outro dia. Que semana que vem seja melhor!

Versículo da semana:
 "Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve." ( Mateus 11:28-30)

Palavras da semana: cansada
Frase: “Se minhas fraquezas me fazem chorar eu tenho um remédio que vai me curar, é um Deus tão acima do bem e do mal, é um Deus que me ama incondicional.” ( Fernanda Brum e Eyshila)
Livros:  ~
Mangás:  Skip Beat, Kimi wa Petto
Animes:  Akagami Shirayuki Hime
Doramas: Moon lovers:
Filmes e seriados: ~


Musica: Sail- AWOLNATION


“O impossível e uma palavra muito grande que gente pequena usa para tentar nos oprimir” (Pregador Lu)

Diary of Hime: 1 à 7 janeiro de 2018

       

         O ano começou e eu acordei completamente animada no primeiro dia. Para ser sincera, eu amo recomeço. Já disse em uma postagem que, infelizmente, não consigo começar nada durante o ano, porém, o começo do ano é fundamental para eu equilibrar meu ano todo. Dessa vez, diferentemente do ano passado, muitas coisas mudaram dentro de mim e continuaram mudando. Sabe aquele dia que tudo que você quer é ficar em casa, simplesmente sem fazer nada? Era assim que queria passar meu primeiro dia do ano, porém, essa cabeça que não para de funcionar de jeito algum, mergulhou com tudo em seus projetos. No ano passado, eu fiz um planner. Vocês sabem como funciona, né? Uma espécie de agenda que você deveria fazer à mão, com planos, objetivos e mil e uma coisas para botar em ordem a vida, que às vezes parece mais um carro sem freio descendo uma ladeira.
            Eu não escrevi à mão, afinal, a minha letra é horrível. Fiz tudo no computador, no Excel mesmo. Ficou perfeito, do jeito que gosto. Falta uma coisa ou outra, mas vamos nos ajustando aos poucos. O legal é que isso funciona, desde que você se dedique e arrume o seu freio. O único cronograma que ainda não consegui organizar foi  o desse blog, porque ainda não faço ideia do que realmente trazer. Aos poucos, eu devo conseguir me organizar. Sobre o meu outro blog, ultimamente eu ando tentando adiantar tudo duas semana antes das semana da postagem. Com esse negócio de estar atrasada, sempre acabo escrevendo postagens vazias, não gosto disso. Meu objetivo é melhorar e, definitivamente, irei.
            O ano começou e eu já estou na correria com exercícios e a dieta. Esses 61,6kg que comecei esse ano, definitivamente, irei eliminar o mais breve possível. Eu confesso que tenho inveja de quem pode comer o que quiser e não engordar. A verdade é que há  muitas coisas que não faço questão de comer, porém, às vezes, sinto vontade e é nessa hora que a gente perde o controle. Meu objetivo de uma vida saudável é diminuir ao máximo o açúcar e fritura, se possível zerar totalmente. Eu gostaria, mas não vou ser radical. Eu sei que existem horas que são inevitáveis. Esse ano fez dois ano que parei com o refrigerante. Foi a melhor coisa que fiz a minha vida e eu aconselho você a parar também. É serio!!!
            Eu posso ser uma preguiçosa de plantão, mas sou muito apegada ao meu corpo e aparência mais jovem. Então, decidi que devo cuidar ao máximo disso. Comecei cuidando do meu corpo, fazendo drenagem linfática. Vou te dizer: não é nada fácil, pois a primeira sessão deixa o corpo totalmente dolorido. Achei muito pior que aquele seu primeiro dia na academia, que dói os músculos. Nossa, dói muito mais. Qual será o próximo passo?? Ainda estou calculando isso, veremos. Ano passado, eu tive um problema na minha perna direta. Fiz alguns tempos de fisioterapia,  o que ajudou muito. Volta e meia ela ainda doi. Tenho abusado do gelo, embora outras coisas doam muito.  O que é isso? Vamos ficando velho e os problemas vão aparecendo??

            Desde que o ano começou, tenho me sentido distante, distante das pessoas. O hábito de conversar sempre com aquela pessoa, em falar com os amigos, tudo isso, ultimamente, não tenho sentido vontade. Até penso "preciso falar com fulano", mas quando pego o celular, simplesmente não tenho vontade. Será que estou me fechando novamente? Em termos de família, eu tenho evitado assuntos intensos. Agora que penso, acho que comecei o ano me protegendo de tudo que tira meu foco, meus amigos, família e qualquer coisa que me desestabilize. Isso pode ser ruim, mas pode ser bom. Não sei para que lado isso irá pesar. Essa semana eu vi um parente em uma situação lamentável, sinceramente, eu não queria ter visto. Não quero sentir pena e nem quero me pegar pensando que talvez ele mereça isso. O fato de eu não ser igual àquelas personagens de animes em que a mocinha sempre vê o lado bom da história e é cheia de compaixão, me faz me sentir uma pessoa ruim. Ambos me incomodam, na verdade. Ter pena ao ponto de esquecer o quanto aquela pessoa fez coisas ruins, isso me incomoda também. O que eu quero, afinal? Sinceramente, eu só queria que as pessoas vivessem suas vidas com dignidade, mas por que seres humanos são tão fracos? Isso também me incomoda.

            Viver não é fácil, mas se fosse, não acha que seria tedioso??? Tudo pode ir bem e de repente desabar. Você pode acreditar muito em uma coisa e depois desacreditar. Você pode dizer "nunca farei isso" e o abominar e, no outro, você pode acabar sendo a pessoa que fez aquilo que abominava. Se existe algo que aprendi, é que não estamos livres de nada. Não existe esse negócio de "nunca vai acontecer comigo". O que te faz mais especial que outra pessoas? Nada!! Somos feitos da mesma matéria, nascemos e estamos destinados a morrer um dia. Alguns mais cedo que os outros, mas não dá para prever. Tudo é inconstante. Você pode amar até a morte algo ou alguém e, no dia seguinte, simplesmente não suportar mais aquilo. Então, o que quero dizer é que chega de olhar para passado e chega de ficar desgastando o tempo de agora pensando no futuro que você nem tem certeza de que estará vivo para aproveitá-lo. Viva o agora, o Hoje!!! O futuro é importante, com certeza, porém, se você desperdiçar o agora e esse futuro nunca chegar, isso não seria triste demais?  Sei que parece confuso tudo que eu disse, porém, é isso que eu tenho pensado. Talvez, amanhã, eu já não pense assim. Quem sabe? 

Versículo da semana: Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias e cheguem os anos nos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento;
Eclesiastes 12:1

Palavras da semana: Sozinha
Frase: “Sozinha com minha mente que não para de mudar, eu nunca achei que fosse gostar de esta só. Sozinha com meus sonhos que não param de crescer, eu nunca achei que fosse entender o que estar só. “ byManu Gavassi
Livros:  ~
Mangás:  Skip beat, Watashi ni XX shinai, Pandora heart
Animes: Skip beat, Kuroko no basket
Doramas: Kimi wa Petto
Filmes e seriados: ~

Musica: Birdy- Wings



“O impossível e uma palavra muito grande que gente pequena usa para tentar nos oprimir” (Pregador Lu)

Adeus, 2017!

           

           Finalmente, o ano de 2018 chegou. Eu amo começo de ano. Embora não devesse esperar o ano começar para conseguir iniciar as coisas, quando o ano inicia, eu sinto como se tivesse finalmente mudado de volume e posso começar um novo arco da minha vida. O ano de 2016 eu terminei muito orgulhosa de várias coisas. Perdi algumas amizades, porém, ganhei outras. Consegui seguir firme com minha vida saudável. Me dediquei o máximo que pude para ambos os blogs. Consegui tirar o refrigerante da minha vida e chegar ao meu peso ideal. Eu estava muito feliz e realizada.
            O ano de 2017, embora tivesse tudo para ser o melhor ano da minha vida, terminei com um gosto amargo na boca. Por que? Apesar de eu ter feito amizades tão preciosas e ter começado novos projetos, por que não estou satisfeita? Primeiro, eu já comecei o ano de 2017 respirando fundo e suportando a vontade de chorar e gritar. Nos últimos dias de 2016, fui quebrada por pessoas que amo e, para dar o golpe final, ainda fui destituída totalmente da vontade de ir à igreja. Eu sei que não deveria deixar que as pessoas que eu deveria chamar de "irmãos em Cristo" me afugentassem com seus julgamentos.
            Se existe algo que aprendi e me fez resistir de pé até hoje, vivendo de cabeça erguida, é que, se algo me machuca, se alguém perturba a minha paz e destrói o meu emocional, eu corto da minha vida, seja parente, irmãos da igreja e amigos. O motivo de eu não querer ir para a igreja que eu costumava ir é que eu não quero ter que lidar com a dor que me atravessou quando eu ouvi aquelas palavras que me destruíram por dentro. Ser julgada por seres humanos é doloroso. Só que, se fosse apenas isso, estaria bom. Acredito que todo mundo já teve aquela fase de tentar se reencontrar e conhecer a si mesmo. Alguns descobrem rápido, outros demoram.
            Eu demorei, me sufoquei em conflitos e achei que não ia sobreviver a isso. Eu me encontrei, passei a reconhecer meus erros, minhas fraquezas e minha personalidade. O que eu sou hoje, tudo que sou, como me visto, das coisas que gosto, enfim, tudo faz parte de mim. Eu lutei muito para conseguir me encontrar, para conseguir me sentir feliz comigo mesma e sentir satisfação com a minha vida. Quando alguém do seu sangue despreza o que você é, como se estivesse fazendo algo errado, isso é como um verdadeiro massacre. Não espero nada de ninguém de fora, mas pelo menos espero ser aceita pelas pessoas que amo.
            Tudo bem, eu resisti. Eu respirei fundo e, mesmo que tudo isso doesse, eu comecei o ano dizendo a mim mesma que eu ia dar o melhor de mim nos meus projetos e no que eu quisesse fazer. Eu fiz! Embora eu tivesse sorrindo por fora, estava chorando por dentro, mas resisti. Há alguns anos, eu me fechei totalmente para fazer amizades. Por motivos que eu preciso mesmo falar? Todo mundo já sofreu por desilusão de amizade, não é mesmo? Eu me fechei totalmente por um bom tempo. Porém, conheci pessoas que simplesmente pularam o muro e começaram a fazer parte da minha vida. 



            Eu sou muito insegura, então, o começo de uma amizade é sempre incerta. Você nunca tem certeza se realmente está sendo considerada e suas emoções viram uma bagunça. Eu tive uma pequena queda nessa busca de nova amizades, uma queda que me custou alguns meses de tristeza, porém, alguns outros anjos me apoiaram e me ajudaram. Até hoje, quando me lembro da situação, ainda me faz chorar. Será que sou tão frágil assim?? Eu queria ser mais forte! Às vezes, sinto que só consigo ser forte me fechando para o mundo, mas eu não quero viver assim. Embora o amor seja doloroso, desde que amizade seja sincera, ele pode curar o seu coração. Encontrei pessoas que me fazem me sentir nas nuvens e amada. Quero agradecer, do fundo do meu coração, o quão bem elas fazem ao meu coração.
            Eu já estive muito perto da morte, mas nunca tive que lidar com ela de fato. Esse ano, minha coelha morreu, meus dois hamsters também. A sensação que eu tinha da Yuki no meu pé toda vez que estava na cozinha, mas ela não estava ali, me fazia me sentir muito solitária. Mesmo assim, eu desisti da ideia de ter um animal, talvez eu não sirva para ter um. Depois de, finalmente, minha avó estar curada do câncer, embora ainda esteja em observação, minha tia, que havia vindo em 2016 para fazer exames e só tinha um gastrite leve no estômago, chegou aqui muito mal e foi diagnosticada com câncer em todo o estômago. Em menos de um mês, ela fez uma cirurgia de risco que, se desse certo, poderia lhe dar um tempo maior de vida.  Como um furacão, a notícia de que ela foi à óbito, depois de uma semana resistindo na UTI,  veio.
            Não sei o que senti sobre isso. No momento, eu fiquei normal. Como nós não convivíamos perto e não tínhamos contato, acredito que, naquele momento, foi como se eu tivesse recebido notícias de alguém conhecido, apenas. Sei, é frio da minha parte, mas realmente nunca havia passado por isso com alguém tão perto. Nem lembro qual foi a última vez que eu fui em um velório. Quando entrei e olhei ela lá, fiquei arrasada. Não porque ela havia falecido, porque comparado o quanto ela ia sofrer se tivesse viva, o melhor para era ela é estar descansando. O que me deixou arrasada foi ver que aquela pessoa não era ela. Não havia nenhuma feição naquele corpo inerte que parecia com a pessoa que eu havia visto há uma semana. Será que, pelo menos, não podemos ser nós mesmos quando morremos? Foi isso que pensei.
            Eu achei que não tinha sido abalada, mas eu estava, mesmo que não demostrasse. A Bíblia diz que é melhor ir em um velório do que em uma festa. Naquele dia, isso realmente começou a fazer sentido. Embora eu não estivesse sofrendo por perder um parente, eu pude sentir o peso de como a morte é, vem de forma totalmente inesperada. Pensar que eu posso perder alguém que amo ou em pensar que eu posso estar aqui e de repente desaparecer. Isso tem me atormentado, eu confesso. E mais uma vez, inesperadamente, talvez nem tanto, mas nunca esperamos a morte de verdade, o meu avô faleceu. Ele era um senhor bem de idade. Embora eu tenha convivido com ele, minhas lembranças ruins sobre ele são tantas, que não consegui sentir nada a respeito.


            Sinto que devo pedir perdão ao meu pai por me sentir assim, porque mesmo ele não sendo alguém que demonstre sentimentos, pela primeira vez, sentiu o peso da perda de alguém que fazia parte dele. Nós vimos que aquilo doeu nele como ninguém. Com isso, a minha avó teve um derrame. Embora eles não se dessem bem, nunca duvidei que ela o amava, mesmo ele sendo como era. Quando ele faleceu, foi demais para o seu coração. Eu não demonstro. Eu não disse nada à ninguém. Foram apenas duas pessoas que souberam sobre eu ter passado pelo luto, porque eu não publiquei por aí. O motivo é que não sei lidar com as perguntas e os “sinto muito”.  
            Eu apenas segui a minha vida. Evitei muitas coisas durante o ano todo. Minha mente estava tão tomada com as amizades novas, as neuras que isso me causava e meus projetos, que não consegui honrar com meu blog pessoal. A verdade é que meu ano foi uma completa bagunça. Algumas coisas boas vieram, mas o resto estava em colapso total. Agora que penso, até mesmo meu cuidado com minha saúde perdeu seu rumo. Comecei o ano pesando 55kg e terminei pesando 61kg. Tudo que perdi durante ano de 2016, ganhei em 2017. Como isso é frustrante! Além disso, teve essa crise financeira. Eu nunca tive que pensar tanto antes de comprar algo. Tive que me limitar o máximo que consegui, realmente desesperador. Todos os meus planos que dependiam do financeiro foram por água abaixo.
            Se eu for dar uma palavra para o ano de 2017, seria "bagunça". Estou feliz que finalmente acabou. Estou mais feliz porque esse ano eu já comecei organizando toda a bagunça do ano passado, inclusive vindo aqui escrever minha primeira postagem depois de uma vida toda. Talvez eu não devesse vir aqui e falar coisas tão íntimas do meu coração. Mas para que esse blog serve? Se não for para rasgar minha alma aqui, se não for para gritar o que estou sentindo, eu prefiro não escrever. Não ligo para o que vão pensar. Aqui é onde eu grito o que estou sentindo, leia se quiser e compartilhe sua dor, se quiser. Somos humanos. Estamos todos no mesmo barco, lutando para sobreviver nesse mundo onde tudo é incerto. Então, vamos dar o nosso melhor e resistir até o fim, mesmo que estejamos sangrando por dentro. A vida é mais curta do que dizem, não da para saber. Feliz ano novo! Desculpe se você estava esperando coisas felizes. Espere o ano começar, talvez esse coração desesperado por ser forte e feliz possa encontrar um motivo que o inspire a escrever coisas felizes.

Adeus, 2017 e bem-vindo, 2018!

“O impossível e uma palavra muito grande que gente pequena usa para tentar nos oprimir” (Pregador Lu)

A dor que você me causou


         Seria bom se pudéssemos simplesmente passar a borracha na existência de algumas pessoas em nossas vidas. Deixarmos de nos torturar com a dor que elas nos causaram.
            Essa foi a primeira vez que pensei em como eu queria voltar atrás e nunca ter partilhado nem sequer meu sorriso com você, quanto mais abrir o meu coração.
            Eu já fui machucada várias vezes, entretanto, ninguém nunca me machucou como você. O seu silêncio machucou minha alma e meu coração;
            Acreditar em alguém é tão difícil assim? Por que eu tenho que chorar mais uma vez? Por que eu tenho que me torturar mais uma vez por alguém que sequer se importa em saber se estou sangrando?
            Eu perdi as contas de quantas vezes eu disse a mim mesma: “eu estou bem”, “isso não é nada, eu vou esquecer”, “nossa relação não era tudo isso”.
            Só que, me diga, por que ainda está doendo aqui? Por que me encontro paralisada em um só lugar como se toda minha alegria tivesse sido devorada?
            Há horas em que eu te odeio por me fazer tão miserável assim, mas aí minhas lágrimas começam rolar então eu percebo que eu ainda gosto de você.
            Não quero odiar eu quero apenas esquecer. Esquecer-se da sua gentileza, esquecer das vezes que você pareceu se importar comigo, esquecer da amizade que você me deu.
            Se eu pudesse esquecer tudo isso, será que eu deixaria de sentir dor? Será que eu ia poder confiar mais uma vez em alguém? Será que mesmo assim eu conseguirei?
            O que eu devo fazer para esquecer? Como posso voltar para antes do dia que te conheci? Eu quero apenas viver a minha vida, mas essa dor mortificante me paralisa.
            Todos os dias eu me pergunto, o por quê de você ter feito isso. A vontade de saber o que leva uma pessoa que diz ser amiga fazer o que você fez me tortura.
            Sabia que toda vez que penso em acabar de vez com essa tortura me perguntando e pego meu celular, eu perco as forças da minha mão e a minha mente fica nublada?
            Será que eu tenho tanto medo de ouvir o que você tem a dizer? Ou só estou com medo que, no fim das contas, você me conte uma mentira que eu gostaria de ouvir e tudo fique bem novamente.
            Seria bom se tudo ficasse bem. Que eu pudesse conversar novamente com você. Só que eu sei  que não vai mudar a razão que levou você a me tornar uma pessoa miserável. Algo em mim diz que não há arrependimentos.
            Eu só irei me tornar mais miserável ainda esperando de você algo que nunca irá me dar: uma amizade verdadeira, um amigo que eu possa contar, um amigo que se importe.
            Se eu pudesse apenas usar a borracha e apagar tudo, talvez eu poderia te olhar nos olhos de novo, talvez até pudesse confiar em você novamente. Só que não seria como antes, pois eu nunca mais irei abrir meu coração a você.
            Essa dor incessante talvez, um dia, eu possa esquecer. 

“O impossível e uma palavra muito grande que gente pequena usa para tentar nos oprimir” (Pregador Lu)